Quem sou e o que faço – querem saber?

Tem alguma curiosidade em saber o que faço?

Vejam então se querem mesmo saber ;)

Reposta ao Punch Blog

Eu que nem sou muito da área de publicidade tenho aqui uma resposta para o pessoal da Punch.

Este sim é o melhor case publicitário do Brasil. Algo com muita história.

Dois vídeos diferentes mas o primeiro, infelizmente, só pode ser visto no YouTube.

youtube=http://www.youtube.com/watch?v=S07KIgTGEdA

O segundo aqui está:

Parece que não é só em Portugal

Que as consultoras de comunicação e empresas de relações públicas tem um certo receio das novas medias sociais. Por sugestão de uma mensagem de twitter do Paull Young descobri um artigo que faz referência à uma pesquisa da BigMouth que afirma que 89% das empresas britânicas não possuem um blogue próprio e só 21% oferece serviços de comunicação para os media social.

Só queria era entender o porquê de tanto receio com os novos meios de comunicação que já provaram ser eficazes e ferramentas muito úteis. O medo de errar é tão grande assim? Mas e o ditado “É errando que se aprende”?

Aproveito também para salientar que a discussão dos comentários ao artigo vale a pena também.

O futuro é agora

É fundamental que as empresas de relações públicas percebam que não podem deixar o futuro passar. Me refiro assim, à aplicação das medias sociais à todas as vertentes e departamentos dentro de uma consultora de comunicação. Uma das principais é, justamente, a gestão de crises. Isso se quiserem sobreviver às previsões devastadoras da crise mundial em que já estamos inseridos e só tende a piorar nos próximos anos. Como comprova este artigo.

Apesar da contradição aparente que podemos verificar neste outro texto que indica um crescimento excepcional para o sector (pelo menos na América) sabemos de antemão que o mercado demora pelo menos uns três anos a reflectir as questões económicas. Portanto é imperativo que tais empresas se antecipem a tal atraso natural e entendam, que apesar do cliché, o futuro é agora.

Como diz o artigo da Ipsis não se pode “esconder a cabeça na areia em caso de perigo”  e para isso devemos estar informados sobre todas as possibilidades e quais acções podem fazer a diferença. Bons argumentos e dicas sobre a gestão de crises na era das medias sociais podem ser encontrados no artigo do Miguel Albano, que indica o texto de Michael Terpin e também vale a pena conferir e acompanhar a série sobre empresas e medias sociais do Bruno Ribeiro.

Só para sublinhar mais uma vez a importância da web 2.0, todos os artigos foram publicados em blogues, e seus autores conhecem e procuram se especializar na área. Isto por si só já é um bom exemplo do caminho a ser seguido. Mas acho que ainda vamos longe do ideal aqui em Portugal. Concordo com Carlos José Teixeira que afirma ser necessária uma maior abertura do debate com as empresas de relações públicas tradicionais, que as poucos vão integrando-se à internet e aprendendo a usá-la de maneira regular. Fica também o aviso de João Duarte que diz que não adianta só aparentar fazer parte da revolução, há que se contribuir com dados relevantes.

Estudo de Caso

Conforme o comentário de Filipe Marques aqui encontrei algumas iniciativas brasileiras que podem ser considerados “estudos de caso”.

Ao ler isso tento imaginar qual será a primeira empresa em Portugal que fará coisa semelhante. Ainda mais, imagino como será feito. Alguma da repercussão pode ser acompanha pelas discussões no Twitter.

Achei a idéia interessante e melhor ainda foi descobrir que lá do outro lado do atlântico temos algo deste género que parece estar ainda no começo da caminhada. Mas que promete.

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