Crisis Management – vale muito a pena ver :)

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Estratégia da Toyota

A Toyota aposta em todos os meios para melhor gerir a crise provocada pelo recall e pela interrupção da produção de alguns modelos nos Estados Unidos conforme notícia publicada no m&m online. Desde entrevistas do presidente da empresa na televisão, compra de espaço publicitário nos principais jornais norte-americanos, até intervenções na página do Facebook para tentar esclarecer consumidores e retomar o market share que perdeu por conta da crise.

Ranking de ética nas empresas

Pelo twitter achei interessante o link enviado pela Vivian Faertes para o artigo, publicado pelo Huffington Post, com a apresentação do ranking das empresas menos éticas do mundo que foi realizado pela empresa Covalence. A reportagem do jornal está focada principalmente nas 12 empresas com pior colocação no ranking, mas o estudo é muito interessante em todos os aspectos, confiram.

VW sai na frente no uso do Twitter para publicidade

Ontem à noite um pouco antes de terminar o dia estava a observar as mensagens de twitter quando deparei com um link, em francês enviado pelo @Ludovic_Freitas sobre  a primeira publicidade para twitter.

É claro que como boa curiosa que sou, principalmente, quando o assunto relaciona Twitter e redes sociais, abri o link e deparei-me com mais uma excelente ideia.

A R/GA já famosa por bons sites, acções e etc. é a empresa responsável pela publicidade online da VW que afirma que analisa os tweets dos utilizadores e pode indicar um dos modelos da indústria automóvel como aquele que mais se encaixa no perfil do utilizador – o VW perfeito! Podem ler o post aqui.

Testei e parece-me que funciona razoavelmente. Podem testar também  aqui.

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Exemplo prático de social media

Todos sabemos que a base da comunicação para as medias sociais é a partilha, o envolvimento, e a participação efectiva. Por isto destaco o vídeo abaixo como excelente exemplo prático de social media. Conseguiram fazer um vídeo com potencial viral, conseguiram buzz, conseguiram envolvimento e partilha com os fãs. Não que eu seja muito apreciadora da banda, mas vale pela grande lição de como simples ideias podem ser inovadoras e empolgantes 😉

Eu adorei o vídeo! Via Jonas

Há muito tempo que não via um post assim

Ultimamente tenho andado na correria e por isso tenho apenas lido de relance muitos artigos e posts que reflectem e repetem mais do mesmo – Há que alterar o modo como é feita a publicidade, o marketing e as relações públicas, mas na prática, aqui em Portugal não tenho visto muitos exemplos práticos.
Por isto estou sempre a procura de coisas interessantes e ideias vindas de fora, mas mesmo assim, com esta coisa toda da crise, sinceramente há muito tempo que não via um post assim. Para não variar é do Brian Solis e vale muito a pena a leitura. É uma aula sobre o futuro. Guardem nos vossos bookmarks.

Pagar ou não pagar?*

twitter-cash

Na semana passada a versão digital do New York Times publicou um artigo muito interessante em que analisa a necessidade das celebridades contratarem equipas de “profissionais do Twitter“, para actualizar suas contas. Ao mesmo tempo teve muita repercussão a reportagem publicada, online, no site do Wall Street Journal sobre a contratação de um “twitter” brasileiro, Marcelo Tas, pela Telefónica para fazer publicidade ao novo serviço oferecido pela empresa no Brasil.

No artigo do New York Times o autor defende que instituições, empresas e marcas podem e devem utilizar-se de equipas de “profissionais do Twitter” para actualizar as mensagens, até por saberem e conhecerem melhor como funciona a comunicação institucional. Eu completaria ainda com a utilização sim, não sem antes terem o cuidado de conhecer e saber utilizar correctamente a nova ferramenta. Ou seja, o importante é não cair no erro de fazer spam, não se pode simplesmente fazer publicidade, tem-se de transmitir mensagens que são do interesse dos seguidores e ainda agreguem algum valor à discussão da comunidade.

Mas as celebridades contratarem profissionais para fazer a actualização, como diz o artigo, não faz sentido pelo simples motivo de que não é transparente e nem honesto. Quando escolhemos alguém para seguir no Twitter queremos saber o que a pessoa pensa, quais as ideias que defendem, quais os sites de que mais gosta, e o que acha interessante. É este o objectivo das redes sociais e de toda a partilha que o conteúdo gerado pelo utilizador nos pode proporcionar.

Acompanho a Presidência da República e a RTPN, dois dos exemplos de contas do twitter “alimentadas” por equipas de profissionais. O primeiro conta com profissionais de comunicação que enviam links para press releases sobre os acontecimentos importantes protagonizados pelo Presidente da República. O segundo é “alimentado” pela equipa de jornalistas que faz e apresenta o “À noite as notícias” e são assinados por quem manda a mensagem do Twitter – João Adelino Faria, Carlos Daniel, Alexandre Brito ou Daniel Catalão.

O envio de mensagens não incomoda e pode até revelar-se muito útil nestes dois casos. Já para as celebridades acompanho, entre outros, Ana Bacalhau (vocalista dos Deolinda) e David Fonseca dois músicos que actualizam pessoalmente as respectivas contas de Twitter. O mesmo vale para Nuno Markl, utilizador do Twitter com mais seguidores no pais (segundo dados do Twitter Portugal). Acho que não faz sentido que contratarem equipas para actualizar as mensagens, soa a falso e não é tão transparente simplesmente porque o objectivo do Twitter é a interacção entre os participantes de modo muito mais directo que em qualquer outra rede social.

Mas este é um tema que não fica por aqui, há muito ainda para ser discutido e aprendido em relação a como gerir e actualizar contas com potencial “comercial” enquanto o Twitter ainda não decide qual vai ser o seu plano de negócios. Por enquanto ficamos com a discussão do Pagar ou não pagar?

*Publicado originalmente no blog  Twitter Blog 
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